Operadora cria seguros de vida específico para casos de doenças graves

Estatísticas da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam que doenças como o Alzheimer devem aumentar mais de 500% até 2050.

Outra estimativa do Ministério da Saúde aponta, ainda, que o número de novos diagnósticos de câncer pode ultrapassar os 500 mil só em 2014.

Com base nesses números, operadoras tem criado seguro de vida com indenizações específicas para casos de doenças graves.

Um levantamento feito pela seguradora Mongeral Aegon mostrou que, no último ano, a procura por um seguro de vida que oferece proteção financeira em casos de diagnósticos de doenças como AVC, câncer, mal de Alzheimer e infarto, cresceu mais de 50%. Quase 70% dos clientes que contrataram o seguro são mulheres.

De acordo com a Mongeral Aegon, um homem de 30 anos que quer contratar um seguro de vida que ofereça até R$ 50 mil de benefício em caso de morte, invalidez permanente ou diagnóstico de doença grave, R$ 25 mil para o caso de necessidade de transplante, e até R$ 200 por dia para cobrir as despesas de internações hospitalares, pagaria pelo seguro o valor mensal de R$ 55. “A proteção para doenças graves é paga ao cliente no momento do diagnóstico e ele pode utilizar o dinheiro para custear o tratamento, por exemplo”, explica Leonardo Lourenço, superintendente de Marketing da seguradora.

A seguradora oferece proteção para diagnóstico de doenças graves na a partir de R$ 20. Nos planos individuais, é possível encontrar desde seguros de vida populares, a partir de R$ 10 mensais, a seguros com benefícios financeiros de até R$ 15 milhões.

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